Laudo da Polícia Científica do ES Aponta que Mulher Foi Enterrada Viva em Quarto pelo Marido em São José do Calçado

O Que Aconteceu
A Polícia Científica do Estado do Espírito Santo (PCIES), em conjunto com a Polícia Civil (PCES) por meio da Delegacia de Polícia de São José do Calçado e da Superintendência de Polícia Regional Sul (SPRS), divulgou nesta segunda-feira, 17 de agosto de 2026, os estarrecedores resultados periciais cadavéricos referentes ao brutal assassinato de Monique Oliveira Fernandes, de 31 anos de idade.
O laudo necroscópico oficial emitido pelos médicos-legistas e peritos criminais do Instituto Médico Legal (IML) de Cachoeiro de Itapemirim concluiu de forma incontestável que Monique ainda se encontrava viva e com atividade respiratória quando foi sepultada em uma cova clandestina cavada sob o contrapiso do quarto de sua própria residência familiar pelo marido, um pedreiro de 36 anos.
O crime macabro, que chocou profundamente o Espírito Santo e repercutiu em todo o país, teve início em 7 de julho de 2026, data em que familiares de Monique comunicaram o desaparecimento da jovem às autoridades policiais.
Na tentativa de forjar um álibi e despistar as investigações, o marido compareceu à delegacia para registrar um boletim de ocorrência afirmando que a esposa havia saído de casa voluntariamente após uma discussão doméstica e levado consigo pertences pessoais.
No entanto, o trabalho investigativo da Polícia Civil detectou incoerências gritantes nas versões apresentadas pelo suspeito. Relatos de vizinhos apontaram que o homem comprou sacos de cimento, areia e cal virgem no dia seguinte ao desaparecimento e trabalhou durante as madrugadas fazendo reformas no chão do quarto matrimonial.
No dia 24 de julho, após obter autorização judicial para busca domiciliar, os policiais civis escavaram o piso de alvenaria e localizaram o corpo de Monique enrolado em lençóis plásticos sob uma espessa camada de terra compactada e concreto fresco.
Com a conclusão do laudo nesta segunda-feira, o delegado titular Messias Sirtuli revelou os detalhes periciais: os peritos encontraram grãos de terra, poeira mineral e resíduos químicos de cal no interior da árvore brônquica e nos pulmões de Monique, provando que a jovem aspirou os sedimentos enquanto agonizava no interior da cova, morrendo por asfixia por soterramento mecânico e não por estrangulamento prévio.
A implementação das novas diretrizes insere-se em um esforço contínuo de modernização da máquina pública no estado. Ao longo dos últimos anos, a expansão urbana e o crescimento das demandas sociais na capital e nas cidades do interior exigiram do Poder Público respostas rápidas e sustentáveis para otimizar a aplicação do orçamento. A análise retrospectiva dos indicadores de gestão apontou a necessidade de fortalecer os mecanismos de controle interno e integrar os sistemas de informação das secretarias estaduais. Esse histórico de planejamento e consulta pública prévia confere segurança jurídica e legitimidade às ações em andamento, assegurando a estabilidade das políticas públicas e promovendo o bem-estar social.
Contexto e Histórico
São José do Calçado é um município de cerca de 11 mil habitantes situado no Extremo Sul do Espírito Santo, na divisa com o Estado do Rio de Janeiro, cuja economia é predominantemente agropecuária e cafeeira.
A comunidade calçadense, historicamente pacata e acolhedora, foi profundamente traumatizada pela crueldade sem precedentes do crime praticado no centro urbano da cidade.
O caso de Monique Fernandes ilustra a face mais perversa e letal do ciclo da violência doméstica e do machismo estrutural. Investigadores apuraram que a vítima sofria constantes episódios de violência psicológica, humilhações verbais e ameaças de morte por parte do agressor, que demonstrava comportamento ciumento obsessivo e possessivo.
A Polícia Científica do Espírito Santo (PCIES) empregou técnicas avançadas de histopatologia forense e toxicologia no laboratório central de Vitória para determinar com precisão cronológica o momento da aspiração dos sedimentos pelos alvéolos pulmonares, afastando qualquer hipótese de morte anterior ao enterramento.
O marido assassino encontra-se detido preventivamente no Centro de Detenção Provisória de Cachoeiro de Itapemirim desde a localização do corpo.
Os impactos das medidas implementadas refletem-se diretamente na qualidade dos serviços colocados à disposição dos habitantes. A otimização dos recursos públicos permite a ampliação dos atendimentos na rede de saúde, o reforço da segurança nas vias públicas e o aceleramento de obras de infraestrutura urbana. No plano econômico, a previsibilidade fiscal e o rigor na aplicação das verbas estaduais atraem novos investimentos privados, estimulando a geração de empregos e o fortalecimento do comércio local em todas as comarcas do estado.
Impacto Para a População
A revelação dos detalhes do laudo pericial provocou uma onda de profunda repulsa, revolta e tristeza em todo o Espírito Santo, impulsionando atos de repúdio contra o feminicídio em praças públicas de São José do Calçado, Guaçuí, Bom Jesus do Norte e Vitória.
| Dados da Perícia Cadavérica e Inquérito Policial | Informações Oficiais da PCIES e Polícia Civil |
|---|---|
| Vítima fatal de feminicídio cruel | Monique Oliveira Fernandes (31 anos) |
| Causa científica do falecimento | Asfixia mecânica por aspiração de terra (soterramento) |
| Local do crime hediondo | Residência do casal em São José do Calçado (ES) |
| Data do desaparecimento e localização | Desapareceu em 07/07/26 e corpo achado em 24/07/26 |
| Autor confesso preso | Marido da vítima (pedreiro de 36 anos) |
| Qualificadoras penais denunciadas | Feminicídio, meio cruel (tortura/asfixia) e ocultação |
Para a mãe, irmãs e amigos de Monique, a comprovação científica de que a jovem foi enterrada viva impõe um sofrimento atroz que clama pela aplicação incondicional da pena máxima legal ao agressor.
Para a sociedade capixaba, o episódio doloroso reforça a necessidade inegociável de fortalecimento da rede de acolhimento às mulheres em situação de risco e de denúncia imediata de relacionamentos abusivos antes que se transformem em tragédias irreversíveis.
O Que Dizem os Envolvidos
"Os laudos periciais da Polícia Científica são definitivos e estarrecedores. A vítima aspirou terra e cal para dentro dos pulmões, o que comprova com certeza científica absoluta que ela estava viva quando foi soterrada no buraco do quarto. Foi um ato de crueldade inominável e desumana." — Delegado Messias Sirtuli, titular da Delegacia de São José do Calçado.
"A perícia tanatológica e histopatológica realizada no IML de Cachoeiro identificou a presença de partículas terrosas em toda a extensão da traqueia e brônquios, caracterizando asfixia por soterramento mecânico em vida." — Perito Médico-Legista da Polícia Científica do Espírito Santo.
"Minha filha era uma menina cheia de planos, alegre e trabalhadora. Ela não merecia morrer de uma forma tão monstruosa e desumana. Nós exigimos que esse assassino apodreça na cadeia e que a justiça seja feita com todo o rigor da lei." — Mãe de Monique Oliveira Fernandes.
O Núcleo de Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública do Estado (DPES) manifestou solidariedade aos familiares e colocou assistentes jurídicos à disposição da acusação.
Próximos Passos
O inquérito policial da Delegacia de São José do Calçado será formalmente relatado e enviado nesta semana à Vara Única da Comarca com o indiciamento completo do acusado por homicídio triplamente qualificado por feminicídio, meio cruel (asfixia viva) e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, além de ocultação de cadáver e fraude processual.
A Promotoria de Justiça do Ministério Público Estadual (MPES) oferecerá a denúncia criminal perante o Poder Judiciário, requerendo a manutenção da prisão preventiva e a submissão do réu a julgamento popular pelo Tribunal do Júri.
O Conselho Tutelar e a Secretaria Municipal de Ação Social de São José do Calçado continuarão acompanhando os familiares da vítima com suporte psicológico e social continuado.
A transparência nas finanças públicas e a vigilância sobre os repasses governamentais consolidam o ambiente democrático, incentivando a participação popular consciente nas decisões administrativas. A articulação permanente entre os setores público e privado na promoção de políticas de inclusão coloca o estado na vanguarda do desenvolvimento sustentável e da governança corporativa de referência no país.
Fechamento
A bárbara e revoltante crueldade que vitimou Monique Oliveira Fernandes em São José do Calçado é um dos episódios mais estarrecedores da história criminal recente do Espírito Santo e fere os sentimentos mais básicos de humanidade e justiça. Nenhuma mulher pode ter sua vida, dignidade e futuro roubados de forma tão desumana e covarde pelo próprio companheiro dentro do ambiente que deveria ser o seu refúgio de paz.
O trabalho exemplar, técnico e irretocável da Polícia Civil e da Polícia Científica do Espírito Santo trouxe a verdade dos fatos à tona com o rigor da ciência forense. Que o Poder Judiciário capixaba e o Tribunal do Júri respondam à altura da gravidade desse crime hediondo, aplicando a pena máxima para que a justiça prevaleça e para que a memória de Monique jamais seja esquecida.




